2016 Reading Challenge

Olá pessoas,

Para começar o ano bem no blog, decidi participar de um desafio de leitura, o qual terei que ler ao todo doze livros!

Reading Challenge

Mas como todas as pessoas do mundo, eu sempre prometo a mim mesmo a cumprir esses desafios e acabo desistindo, então propus o mesmo desafio à Jadeh do Estante de Sorrisos, ao Afrânio do Sonhos e Livros, à Alba do Trampoline , ao Fernando do Falando em Livros, à Maria Clara Perdida na Utopia, à Bia do , à Aninha e ao Dan do futuro blog O Chá das Cinco, assim, todo mês vamos incentivar uns aos outros a manter a meta de leitura.

Combinamos de cada mês escolheremos um dos tópicos do desafio e postaremos resenhas nos nossos Blogs. O Tópico do mês escolhido foi ” A book published before you were born” ou seja, um livro publicado antes de você nascer.

Para esse tópico eu escolhi 20 Mil Léguas Submarinas de Jules Verne, e em breve postarei a resenha aqui.

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Então é isso pessoas, feliz ano novo e até a próxima madrugada! ( ou tarde nesse caso).

Resenha: Onde Vivem Os Monstros – Maurice Sendak

E aí pessoas,

Aposto como a maioria de vocês já ouviu falar desse livro ou mesmo já assistiu a adaptação cinematográfica do mesmo. Onde Vivem Os Monstros é um livro de figuras infantil escrito por Maurice Sendak e publicado pela primeira vez em 1963.

Como se trata de um livro infantil não há muito o que se resenhar mas, o livro é muito bonito então decidi mostrá-lo a vocês.

Ficha do Livro

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Título: Onde Vivem Os Monstros
Autor e Ilustrador: Maurice Sendak
Editora: Cosacnaify
Ano de Lançamento: 1963
ISBN: 978-85-405-0600-8
Número de Páginas: 22

Sobre o Enredo

O livro conta a história de um garoto chamado Max, que numa noite vestiu sua fantasia de lobo e saiu pela casa fazendo bagunça, sua mãe então o chama de monstro em seguida deixando-o de castigo no quarto, sem jantar.

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Enquanto está no seu quarto, aborrecido, Max percebe que há uma floresta crescendo no mesmo, até que as paredes se transformam nos limites de um novo mundo e surge um oceano, com um barco só para o garoto.

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O menino então vaga pelo oceano por um ano, até encontrar o local onde os monstros vivem e aí se desenvolve um pouco da história.

IMG_1496Conclusão

É uma obra que certamente lerei aos meus filhos por ser tão visual e bem feita. Meu primeiro contato com a obra foi com a adaptação cinematográfica a qual assisti várias vezes quando era criança e desde então passei a gostar muito dela, quando vi o livro fiquei impressionado com o quão bonito era e não resisti a comprá-lo.

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Então é isso pessoal, There’s one wild thing in all of us, e até a próxima!

Os monstros rugiram seus terríveis rugidos e arreganharam seus terríveis dentes e reviraram seus terríveis olhos e mostraram suas terríveis garras mas Max entrou no barquinho que era só dele e deu adeus.

-Maurice Sendak, Onde Vivem Os Monstros

Resenha: Caixa de Pássaros – Josh Malerman

E aí pessoas,

Hoje mesmo li um livro que me surpreendeu bastante, não só por que não dava valor ao livro por ele ter sido por um cantor de uma banda aleatória (sim, puro preconceito, eu sei) mas, por ele me ter me prendido bastante à sua história, que diga-se de passagem, é singular.

Eu não decidi ler esse livro por conta própria. Recentemente entrei no Clube do Livro da Editora Intrínseca sediado na Livraria Cultura de Fortaleza, no encontro em que fui discutimos sobre Magnus Chase e os Deuses de Asgard ( que inclusive foi o último livro que Resenhei ) e ao final do encontro o ivro escolhido para o mês seguinte foi Caixa de Pássaros.

Já possuía o livro, pois ganhei num dos Encontros de Blogueiros da Livraria Cultura ( Que infelizmente teve o projeto abortado) mas, nunca me animei para ler. Mas com o passar da semana mais e mais pessoas do clube começaram a falar muito bem do livro e isso me deu coragem pra ler.

Enfim, vamos a resenha:

Ficha do Livro

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Título: Caixa De Pássaros
Autor: Josh Malerman
Editora: Intrínseca
Ano de Lançamento: 2014
ISBN: 978-85-8057-652-8
Número de Páginas: 268
Marca-Páginas Usado:

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Sobre o Enredo

O enredo se passa num mundo onde, por motivos desconhecidos, pessoas de várias regiões viram algo e tornaram-se insanas, agressivas, chegando até mesmo a matar quem estive a frente e em seguida tirar a própria vida.

A personagem principal, Malorie, acompanha as notícias sobre estes ataques com um certo desdém, porém, quando um caso surge nos Estados Unidos ela sente o perigo que chega perto de sua casa. Não muito depois deste caso, o qual mais pessoas foram brutalmente assassinadas sem motivo, Malorie percebe uma mudança drástica no comportamento das pessoas: elas não olham mais para o mundo, trancando-se em suas próprias casas e andando de olhos fechados toda vez que saíssem de casa, isso tudo por esses assassinados terem sido causados por que as pessoas ” viram algo que as levaram à loucura”.

Em meio a todo este caos, a personagem se descobre grávida e agora tem de enfrentar um perigo indescritível que ameaça o mundo enquanto cuida de seu futuro bebê e tudo isso, sem abrir os olhos em nenhum momento.

Sobre a Escrita

A princípio me irritei um pouco com a forma de escrever de Malerman, sempre com frases muito pontuadas, curtas e rápidas.

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Mas após um tempo podemos perceber a evolução do enredo e são justamente essas frases diretas e precisas que nos dão a mesma sensação de suspense e desespero que os personagens experimentaram durante a história.

Josh Malerman é capaz de desenvolver um mundo ameaçador e terrível com uma única idéia: Se abrirmos nossos olhos, morreremos. Toda o planejamento da escrita e do enredo, trazem ao leitor mais e mais a sensação de suspense, de terror e de sentir-se incapaz de se defender. Nisso o autor é bem parecido com H.P. Lovecraft, na medida que seus ”estilos de terror” são similares; a sensação de sermos pequenos, algo tão hediondo e terrível que é incompreensível pelo intelecto humano e um destino cruel do qual não temos escapatória.

Conclusão

Como já disse antes o livro me surpreendeu bastante. Gostei de cada minuto que passei lendo-o e a história também é muito bem planejada, sendo quase impossível de parar de ler quando a trama é apresentada.

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É um dos poucos livros de suspense que eu realmente gostei, além de ser algo que fuja da minha zona de conforto. Enfim, é um ótimo livro, indico à todos que apreciem um bom livro de terror ou suspense e  aguardo ansiosamente pela adaptação cinematográfica.

Então é isso pessoal, Não Abra Os Olhos, e até a próxima!

You can smell it, too. Death. Dying. Decay. The sky is falling, the sky is dying, the sky is dead

-Josh Malerman, Caixa de Pássaros

Aquele Clima de Halloween!

E aí pessoas,

Hoje vou falar pra vocês sobre algumas mídias que vocês podem usufruir para ficar naquele clima sininstro de halloween durante essa semana, ou seja, vou falar de alguns filmes, livros, musicas, essas coisas todas. Estejam avisados que este vai ser um post bem extenso. Então vamos lá!

Filmes

Bom, eu não sou muito fã de filmes de terror por dois simples motivos: na maioria das vezes a história não é muito interessante e eu sou um cuzão que fica com medo.

Existem vários sub-gêneros de filmes de terror, como os filmes Slasher, Gore,  Ação-terror, Comédia-terror, filmes de zumbis, de fantasmas Ficção Científica-terror, dentre muitos outros. Então você pode imaginar que não falta filme pra você escolher.

Para começar essa lista por que não indicar  o primeiro filme de terror baseado em vampiros:

  •  Nosferatu: A Symphony of Horror

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Diretor: Friedrich Wilhelm “F. W.” Murnau
Trilha Sonora: Hans Erdmann

Nosferatu iria tratar-se de uma adaptação do romance de Bram Stocker, Drácula, para os cinemas porém, o diretor não conseguiu os direitos autorais parar usar os personagens do livro na adaptação, então Murnau simplesmente plagiou a obra trocando os nomes dos personagens mas, mantendo a história exatamente como ela é.

Após o lançamento do filme a família Stocker entrou com uma ação na justiça e ordenou que todas as cópias do filme fossem destruídas, o que chegou até nós foram cópias guardadas clandestinamente na época.

O filme é um pouco tosco por ser muito antigo, então não da medo, até por que é difícil ter medo de um filme preto e branco e sem som mas, eu adoro o filme e acho vale a pena assisti-lo considerando que é o segundo filme de terror melhor criticado pelo Rotten Tomatoes.

  • Woman In BlackWoman-in-Black-quad-posterAno de Lançamento: 2012
    Diretor: Herbet Wise
    Trilha Sonora: Rachel Portman

Mulher de Preto é uma adaptação de um livro com o mesmo título da Autora Susan Hills. A história começa quando um advogado chamado Arthur Kipps é contratado para cuidar dos documentos de uma mansão num cidade inglesa, cuja proprietária acaba de falecer.

Ao hospedar-se na região Arthur presencia acontecimentos trágicos acontecerem, geralmente seguidos de morte, e em meio a estes acidentes nota uma mulher vestida de preto obviamente pelo título do filme, que parece assistir aos acontecimentos.

Quando o Sr. Kipps relata isso à um amigo local, ele conta sobre uma lenda local de uma mulher que assombra a mesma casa em que o advogado tem de cuidar, seu amigo fala ainda que ela é responsável por mortes de crianças pois perdeu seu filho numa idade muito jovem e a partir daí a trama se desenrola.

Não é o melhor filme de terror do mundo mas eu gostei muito da história e de como foi retratado o fantasma no filme. ( Sem falar que tem o Harry Potter Daniel Radcliffe no elenco)

  • The Fourth Kind

the_fourth_kind_posterAno: 2009
Diretor: Olatunde Osunsanmi
Trilha Sonora: Atli Ovarsson

Cara, esse é um dos poucos filmes de alien que te deixa com o cu coração na mão, não vou falar nada sobre o filme apenas saiba que, se você assistir, nunca mais vai olhar para uma coruja da mesma forma.

  • Crimson Peak

crimson-peak-posterAno: 2015
Diretor: Guillermo Del Toro
Trilha Sonora: Fernando Velázquez

Por último eu indico um filme que ainda está em cartaz nos cinemas, então dá para você levar a galera pra assistir e ficar no clima de tensão no cinema.

O filme conta a história de Edith Cushing que, desde criança é assombrada pelo fantasma de sua mãe. Anos se passam e Edith conhece Sir Thomas, um jovem cavalheiro misterioso que tem posse de uma mansão em Londres. Os dois decidem casar-se e mudam-se para a mansão, cujo morro onde fica é conhecido como Crimson Peak, ao chegar no local, Edith começa a ter aparições de fantasma mutilados que tentam entrar em contato com ela para que esta descubra o terrível segredo de Crimson Peak.

O visual do filme é muito bom, os fantasmas são retratados de uma forma muito legal mas o filme em geral deixou a desejar. Não é uma obra ruim contudo, eu esperava bem mais.

Séries

Se você é uma pessoa que prefere um bom seriado a um filme, existem dois em particular que eu gosto muito e combina perfeitamente com o clima de Halloween: Penny Dreadful e Hemlock Grove.

Penny Dreadful

PennyDreadfulBAno: 2014
Produtora: Desert Wolf Productions
Criador: John Logan

Penny Dreadful utiliza-se de personagens de obras de terror clássico como Drácula, O Retrato de Dorian Gray, O Medico e o Monstro, Frankenstein, dentre outros. Através de uma releitura desses personagens o seriado os junta num período histórico comum e os enlaça numa trama a qual eles precisam ajudar-se para conquistá-la.

A série conta com duas temporadas aclamadas pela crítica e uma terceira em desenvolvimento, ao todo têm-se dezoito episódios de 47 a 59 minutos de duração, então da pra ver tudo numa semana só se fizer um intensivo, sem falar que ela está no netflix também, o que facilita tudo.

  • Hemlock Grove

conteudo_75048_1Ano: 2013
Distribuidora: Netflix
Criador: Brian Mcgreevy

A série é uma adaptação do livro de mesmo título do autor Brian Mcgreevy, lançado em 2012.

O seriado retrata os mesmo eventos do livro, começando a história com uma série de mortes na cidade de Hemlock Grove, Pennsylvania, os corpos se apresentavam completamente mutilados e as autoridades locais suspeitavam de um ataque animal. Tudo isso muda quando são apresentados na série os persongens: Roman Godfrey e Peter Rumancek, ambos os personagens possuem segredos que correm ao longo de suas famílias e subitamente eles se veêm presos um com o outro enquanto descobrem o que realmente está atrás das misteriosas mortes na cidade.

A série foi finalizada nesse mês com o lançamento da sua terceira e última temporada, totalizando 33 episódios de até sessenta minutos de duração.

Música

Uma das coisas que eu mais adoro em bandas são músicas que narram uma história, talvez seja por isso que um dos meus estilos de música favorito seja Power Metal, visto que muitas bandas utilizam lendas e até mesmo livros para compor suas músicas.

Existem algumas bandas que utilizam-se da temático terror para compor suas músicas e vou indicar algumas que eu escuto.

  • Nox Arcana

cd-nox-arcana-transylvania-import-novo-lacrado-13737-MLB4231983246_042013-FAno de Formação: 2003
Formação Atual: Joseph Vargo e William Piotrowski
Estilo Musical: Dark Ambient

Nox Arcana é uma banda de Dark Ambient que baseia-se somente no tema de terror pra compor suas músicas, tendo esta também recorrido à autores e obras conhecidas como H.P. Lovecraft, os Irmãos Grimm, Edgar Allan Poe e Bram Stocker.

A banda segue um sub-gênero da vertente Ambient, que ao contrário do que possa-se imaginar não se trata daquelas musiquinhas que tocam em elevador. Esse gênero musical tende a enfatizar tom e atmosfera ao invés de ritmo e uma estrutura tradicional de música, seu objetivo é atingir um caráter visual e atmosférico em suas obras. Dark ambient portanto tende a trazer uma atmosfera sombria e que evoca tensão.

Por mais estranho que pareça esse conceito, Nox Arcana apresenta obras que se assemelham à uma trilha sonora de uma história, para tanto utilizam-se de narrações, vocais e efeitos sonoros, suas obras são instrumentais sendo musicas cantadas muito escassas.

Muito de seus álbuns abordam temas clássicos como: mansões mal assombradas, asilos e outros, como dito antes, baseam-se em obras já existentes, os que eu recomendo são: Transylvania (2005), inspirado no romance de Bram Stocker, Drácula, The Dark Tower (2011), que narra a história de um castelo habitado por um vampiro, assombrado por fantasmas e gárgulas, o período histórico retratado é a Primeira Crusada e por fim Phantoms of the High Seas (2008), inspirado em história de piratas sobre fantasmas e navios amaldiçoados, como o navio The Tempest, retratado no álbum.

Dead Men Tells No Tale- Phantoms of The High Seas

  • Iced Earth

Iced-Earth-Horror-Show-FrontAno de Formação: 1985
Formação Atual: Jon Schaffer, Brent Smedley, Troy Seele, Stu Block, Luke Appleton
Estilo Musical: Heavy Metal/ Trash Metal

Se você prefere algo mais animado mas ainda com um tema sombrio há duas bandas que eu posso indicar, uma delas chama-se Iced Earth, no início de sua carreira chamava-se Purgatory, muitos albuns da banda tem uma temática vinculada ao terror como o album acima intitulado de Horror Show e Burn Offerings.

Horror Show faz uma releitura dos monstros clássicos e ícones de filmes de terror, utilizando-se de frases de livros e filmes e corais intensos, alguns dos retratados: Drácula, O Fantasma da Ópera, Frankenstein, Wolfman, Dr. Jekyll & Mr. Hyde, Jack the Ripper, The Mummy, The Omen e Creature of Black Lagoon, o álbum conta ainda com um cover instrumental de Iron Maiden.

Burnt Offerings trata-se de um album inspirado na Divina Comédia- Inferno de Dante, nele a banda narra a viagem de Dante através dos círculos do inferno, descrevendo o ambiente e agonia por onde passa.

  • Powerwolf

Powerwolf Lupus Dei

Ano de Formação: 2003
Formação Atual:
Estilo: Power Metal

A outra banda que eu indico sob características parecidas com Iced Earth é a banda alemã: Powerwolf

As musicas de Powerwolf retratam lendas, mitos e passagens bíblicas sobre catástrofes ou monstros juntando isso a um vocal grave, com um toque de opera clássica devido aos estudos do cantor Attila Dorn.

Meu álbum favorito chama-se Lupus Dei e há algumas músicas que eu gosto particularmente: Lupus Dei, que conta a história de um religioso transformado em lobisomem enquanto este reza para que possa escapar de seu destino, St. Satan’s Day, que narra o inferno e seu governante, Behind The Leathermask, cuja história baseia-se num lobisomem e sua sanidade e Midnight Messiah que narra a chegada de um Messias para a salvar um povo.

Livros

  • The Call Of Cthulhu

IMG_4327Título: The Call of Cthulhu and Other Weird Stories
Autor: H.P. Lovecraft
Editora: Penguin
Ano de Lançamento: 2011
Numero de Páginas: 448

Se não me engano esse foi o primeiro livro que eu resenhei no blog e por acaso ele é uma ótima escolha para uma leitura de halloween, não só por se tratar de Lovecraft, mas, por ser um coletânea de contos não é necessário que você leia de forma cronológica ou do começo ao fim.

Como eu já devo ter falado antes, o terror de Lovecraft faz com que o leitor sinta-se pequeno, indefeso contra forças que ele sequer possa imaginar, para isso ele traz a narrativa monstros que existem desde o começo dos tempos, que levaria à loucura qualquer um que ousar pensar sobre a existências dessas criaturas. Outros temas recorrentes além desses monstros são os perigos do avanço da tecnologia, sabedoria proibida, destino e religião, sem contudo perder as características ditas acima

Alguns contos que eu indico dessa edição são bem curtos: Dagon, The Black Hound, Celephais, Nyarlathotep, Herbet West- The Reanimator e, claro, The Call of Cthulhu.

  • Drácula

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Título: Drácula
Autor: Bram Stoker
Editora: Landmak (edição bilíngue)
Ano de Lançamento: 2012
Numero de Páginas: 431

Se vocês tem tempo de ler um livro maior que uma coletânea de contos, recomendo Drácula fortemente. Como vocês já devem imaginar do que se trata eu não vou falar sobre a história do livro.

Bram Stocker é capaz de descrever uma terra totalmente envolta pelo mal e um monstro com poder de controlar o clima, transformar-se em animais e viver por séculos. A narrativa é sempre empolgante, bem tensa e, como é feita través de diferentes diários, é possível sentir o medo na mente dos personagens, o medo de algo ameaçador vindo de um lugar distante.

O início e final do livro são muito bem narrados, é onde o narrador se prende completamente na história mas, muito do meio da obra resume-se à sofrimento por amor, enchimento de linguiça e febre, muita febre.

Jogos

  • P.T. Silent Hills

silent-hill-pt-hills-playable-teaserAno de Lançamento: 2015
Empresa Editora/ Desenvolvedora: Konami
Diretores: Guillermo Del Toro e Hideo Kojima

P.T. é uma demo de um jogo cancelado que serviria como um reboot para a franquia de Silent Hill ( Sendo o nome mudado para Silent Hills).

O jogo é exclusivo para a plataforma Ps4 através da PSN, na demo o personagem é levado a explorar uma casa em que terríveis assassinatos foram cometidos, ao sair pela primeira porta o jogador dá início à uma série de loops que aos poucos deterioram a casa e revelam pistas sobre o assassinato e sobre o espírito atormentado que lá se encontra.

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Esse de longe foi o jogo em que eu mais tive medo na minha vida, mais do que qualquer filme ou série. O ambiente é ao mesmo tempo envolvente e sombrio,  trama te deixa tão imerso com seus segredos que tudo que se move te causa um susto. Sua duração é bem curta, somente algumas horas e ele se utiliza de vários recursos do videogame como, por exemplo, microfone para que você fale com o fantasma ( nada creepy).

  • Castlevania

2361205-nes_castlevaniaAno de Lançamento: 1986
Empresa Editora/ Desenvolvedora: Konami

A série de jogos Castlevania retrata alguns elementos de filmes de terror clássicos como lobisomens, vampiros, múmias e outras criaturas incorporadas a um gênero meio RPG, com puzzles e muita ação nos reboots.

castlevania-lords-of-shadow-kill2Muitos elementos são reutilizados nos jogos, quase sempre a história trata sobre um clã de caçadores de vampiros chamados de Belmont e sua luta contra Drácula e sua ressureição a cada século, a qual geraria terríveis catastrofes. Há várias histórias de personagens adjacentes que são bem interessantes e que se interligam contra ou a favor do clã Belmont ou podem ainda, ser independente do mesmo, como outra facção de caçadores.

Os jogos em si não causam medo mas devido a essa homenagem a elemnentos de terror clássico torna-se um jogo que cai perfeitamente nessa época de Dia das Bruxas

Podcasts

A última mídia nessa enorme lista são podcasts, que para quem não sabe são espécies de programas de rádio que podem ser baixados em servidores online.

  • Welcome To Night Vale

NIGHT VALEAno: 2012
Criadores: Joseph Fink e Joseph Cranor
Editora e Pubicação: Commonplace Books

Night Vale é um podcast disponível no Itunes, gratuitamente, o qual é apresentado como um programa de rádio que narra estranhos acontecimentos numa pequena cidade chamada Night Vale.

O programa retrata de uma forma cômica e, ao mesmo tempo, sombria acontecimentos sobrenaturais e sem sentido como, por exemplo, a silmutânea chegada de um vortex dimensional do qual sai um terrível monstro que é morto pela polícia secreta do xerife que, claramente, não existe.

Os episódios duram entorno de vinte minutos e são bem divertidos de se ouvir distraidamente.

Existe ou existia outro podcast que narrava de forma mais sombria o terror, chama-se de Darkly Lit, porém, aparentemente, seus podcasts foram cancelados.

Conclusão

Então é isso pessoal, o post ficou muito maior do que esperado mas é a vida, até a próxima madrugada!

Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a verdadeira tragédia acontece quando homens tem medo da luz.
– Platão

Resenha: Magnus Chase e os Deuses de Asgard- Rick Riordan

E aí pessoas

Venho postar aqui para vocês, depois de séculos, sobre um dos livros mais esperados por mim nesse ano: Magnus Chase e os Deuses de Asgard!

O livro é o primeiro da nova saga do autor Rick Riordan ( Autor de Percy Jackson e os Olimpianos, obviamente) que trata sobre a mitologia nórdica, Vikings carai!

Esperei ansiosamente por esse livro por muitos motivos; sou um fã dos livros do autor, li toda a saga de Percy Jackson e os Olimpianos e Heróis do Olimpo mais de duas vezes e também li o primeiro livro de As Crônicas dos Kane (possuo o livro Tequila Vermelha mas confesso que ainda não li), por isso estava bastante animado quando ouvi boatos de uma saga nova independente da franquia dos olimpianos, tanto por se tratar da mitologia nórdica ( quem me conhece sabe que eu sou fascinado por mitologia em geral e gosto especialmente da nórdica) e também porque eu me decepcionei com o final de Sangue do Olimpo, me julguem mesmo.

Então, sem mais enrolação, vamos à resenha!

Ficha do Livro

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Título: Magnus Chase e os Deuses de Asgard, Livro 01: A Espada do Verão
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Ano de Lançamento: 2015
ISBN: 978-85-8057-795-2
Número de Páginas: 444
Marca-Páginas Usado:

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Sobre o Enredo

O livro conta a história de Magnus, um jovem de dezesseis anos que vive como mendigo nas ruas de Boston, após sua mãe ter sido morta num “acidente” há dois anos atrás. Sem dar muitos spoilers, o jovem Chase descobre que sua família vem se envolvendo com entidades superiores de força imensurável e inimigos ainda piores que esses e, devido a isso, ele acaba se descobrindo como filho de uma divindade nórdica.

Após enfrentar algo que para Magnus, parece ter saído de um filme de fantasia, o protagonista se encontra na morada dos Einherjar, os heróis vikings, somente para descobrir que ele mesmo se tornou um Einherji e seus problemas só acabaram de começar.

Entre salvar os nove mundos do Ragnarök, descobrir seus poderes, andar numa árvore colossal chamada Yggdrasil, andar por aí com pessoas barbudas que falam um idioma em que cada palavra soa como algo entre um espirro e uma tosse, Magnus deve ainda descobrir os segredos de sua família e o por que de seus tios não se falarem ( Afinal, não vamos esquecer que Magnus Chase é primo de Annabeth Chase) e, é claro, tentar não enlouquecer com essa história de que deuses e monstros são bem reais.

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Sobre a Escrita

Se você espera encontrar algo totalmente revolucionário no estilo de escrita de Rick Riordan e uma trama completamente diferente de Percy Jackson, bom, você não vai encontrar isso nesse livro.

Há muitos elementos em comum com as sagas passadas: filho de semideus, salvar o mundo, mortais são retardados e não enxergam nada, profecia, uma menina veterana que antagoniza o principal ( cof cof Clarisse?) e etc.

Contudo, isso não faz com que o livro seja ruim, muito pelo contrario, o livro é bastante divertido, com cenas de ação tensas que você tem vontade de gritar “Pelos Deuses! Mata logo esse treco!” e várias piadinhas soltas sobre as sagas passadas, a língua estranha dos vikings e Thor, da Marvel. Além disso, Riordan é capaz de elaborar uma releitura dos mitos nórdicos e encaixá-los muito bem no contexto atual, sem fazer com que eles pareçam idiotas e/ou sem graça ( como é de praxe em suas outras obras) deixando a trama irresistível e cada vez mais interessante. Apesar de eu ainda querer saber como ele vai explicar Loki sendo estuprado por um cavalo e parindo um corcel de oito patas chamado Slepnir… quê?

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Além disso, Rick tangencia alguns assuntos bastante incomuns para uma obra YA como, o casamento de uma personagem de origem árabe, heróis zumbis ( vocês vão entender quando virem os Einherjar) e um protagonista adolescente vivendo nas ruas sem qualquer ajuda familiar.

Conclusão

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A Espada de Verão é um ótimo livro e saga tem bastante potencial, ainda mais por esta ser completamente independente de Percy Jackson e, ao mesmo tempo, ser interligada a ela, com possibilidade de aparição de alguns personagens.

Aguardo ansiosamente um novo livro da saga e um crossover com os Kane, os gregos e os romanos ( e se quiser jogar Tequila Vermelha no meio também não reclamo).

Então é isso pessoal e até a próxima!

-Hlidskjalf. Tem h no começo e f  no final. A primeira letra deve soar como se vocês estivesse se preparando para cuspir.
-Pensando bem, não dou a mínima
Magnus Chase.

 

Resenha: Turma da Monica Lições- Vitor e Lu Cafaggi

E aí pessoas,

Hoje vim aqui pra falar pra vocês de uma releitura da série de gibis Turma da Mônica de Maurício Sousa realizada através do Projeto Graphic Maurício de Sousa Produções (Graphic MSP).

A ideia do projeto é de trazer de volta ao público os tão famosos personagens da turma da mônica clássica, desta vez readaptados para outras situações e sendo feitas novas ilustrações mais rebuscadas e diferentes das originais. Para isso foram contratados vário ilustradores de renome para participar do projeto, tais como: Danilo Beyruth, Lu e Vitor Cafaggi, Eduardo Damasceno dentre outros.

Como ainda não tive a oportunidade de ler outros livros do projeto, vou decorrer um pouco sobre Turma da Mônica Lições.

Ficha do Livro

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Título: Turma da Mônica- Lições
Ilustradores: Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi
Editora: Maurício de Sousa
Data da Edição: Julho de 2015
ISBN: 978-85-426-0237-1

Sobre a Temática

Ao nos depararmos com a familiar turma dos gibis durante a leitura, é possível notar uma preocupação com temáticas mais contemporâneas, e sobretudo com o problema mais abordado no livro, ou seja as dificuldades enfrentadas pelas crianças durante a escola.

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A mudança do ambiente escolar, o bullying, a ideia do dever na consciência de uma criança, a dificuldade de manter uma personalidade diferente e de se encaixar em novos grupos sociais, todas essas situações são enfrentadas atualmente por jovens no universo escolar, tendo em vista esse fato, os autores da história o incorporam em seu livro, fazendo-o ter cabimento no contexto da Turma.

Sendo a abordado de forma divertida e, ao mesmo tempo, de forma reflexiva, esses acontecimentos durante o correr do conto tornam a leitura muito mais interessante, pois a vida escolar era dificilmente vista nos gibis clássicos, e os problemas sociais desse ambiente era raramente abordado.

Lições, como o próprio título já indica, tem o objetivo de de transmitir lições aprendidas pelos personagens ao leitor, assim como faz um trocadilho com o “plot” do livro. Assim, através desse teor social junto do divertimento caracteristico dos gibis, esta releitura de Turma da Mônica torna-se mais abrangente ao público, sendo capaz de cativar tanto jovens quanto adultos.

Ilustrações e Ilustradores

É muito interessante ver a forma a qual foram desenhados antigos personagens para a adaptação, no trabalho os ilustradores conseguem manter a identidade dos personagens já tão famosos e também, dar a eles um novo visual, mais contemporânea e menos cartoonizado.

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Um fato que vale a pena ressaltar é a preferência por tons de cores pasteis ou mais brandos a tons chamativos e vivos. Essa escolha de tons deixa a leitura mais agradável e amena, visto que não há muito contraste, sendo assim não cansamos nossa visão como normalmente faríamos ao ler algo ilustrado somente em cores vibrantes. É como se pudéssemos fazer uma analogia à leitura de livros com páginas de cores diferentes. Um livro com contraste muito forte, por exemplo fundo branco e texto preto, nos deixa mais desgastado ao longo da leitura do que um livro com contraste mais ameno como fundo amarelado ou acinzentado e texto preto.

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Nesse sábado na Livraria Cultura Fortaleza-CE, Vitor e Lu Cafaggi, assim como o produtor Sidney Gusman, realizaram uma sessão de autógrafos nos livros do Projeto Graphic MSP. Os três foram bastante receptivos, procurando serem agradáveis a todos os leitores lá presentes, inclusive conversando um pouco conosco antes de autografarem e tirarem fotos.

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Sidney é um cara muito engraçado, fica fazendo piadas o tempo todo e procurando animar a galera (curiosamente, o cara parece que foi tirado de um gibi). Para imitar o autografo dos ilustradores, ao autografar o livro, ele também desenhava um “smile” com o cabelo do cebolinha, o que eu achei bem engraçado (mas provavelmente você não deve ter achado graça nenhuma).

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Vitor e Lu foram muito legais com os fãs, os dois eram super simpáticos e falavam um pouco baixo. Na hora de autografar eles perguntavam quais dos quatro personagens ( Cascão, Cebolinha, Magali e Mônica) você queria que eles desenhassem e ilustravam o escolhido no autógrafo em uns trinta segundos (some mad skills bro).

Não vou nem esconder que eu achei a Lu muito linda e ela foi super fofa nos quatro segundos que durou nossa conversa e o desenho dela do Cascão também é bem fofo.

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Então é isso pessoas, chega de planos infalíveis por hoje e até a próxima madrugada!

Cebolinha, qual o nome do personagem que você que interpretar?
-Lomeu
Viu? Você nem consegue falar o nome dele, mesmo com seu talento, não posso lhe dar um papel com falas. Você será meu contrarregra, quase um diretor!
-Eu não sei falar contlalégua também!

Resenha- O Temor do Sábio

E aí pessoas,

recentemente resenhei o livro O Nome do Vento de Patrick Rothfuss aqui no blog e deixei bem claro minha empolgação em relação à saga A Cronica do Matador de Reis.

Sendo assim decidi continuar a ler esta saga e confesso que estou ainda mais surpreendido com o segundo livro: O Temor do Sábio, tanto por ter continuado com uma excelente qualidade narrativa mas por apresentar aspectos ainda mais diferenciados do próprio universo e explorar algumas cenas de ações muito empolgantes

Ficha do Livro

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Título: A Crônica do Matador de Reis, Segundo Dia: O Temor do Sábio
Autor: Patrick Rothfuss
Editora: Arqueiro
Ano de Lançamento: 2011
ISBN: 978-85-8041-032-7
Número de Páginas: 960
Marca-Páginas Usado:

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Um Breve Resumo

Antes de tudo, quero deixar avisado que não pretendo dar spoilers em relação ao livro mas, deixarei explicito as regiões em que a história atravessa durante a narração, portanto se isso lhe representar uma spoiler recomendo que não leia.

A segunda obra de Rothfuss trata-se de uma continuação direta do livro O Nome do Vento, tendo se passado um dia inteiro de narração dos primeiros anos da vida de Kvothe e o começo do florescer de suas habilidades.

O Temor do Sábio, além de demonstrar a evolução do personagem psicologicamente mostra também os novos desafios na vida de Kvothe, caracterizado não mais por brigas infantis com Ambrose ou Hemme, e sim por questões com caracter global, de suma importância a um dos reinos mais importantes dos Quatro Cantos, porém sem deixar de lado sua curiosidade sobre o Chandriano.

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Neste livro, o autor resolve levar o protagonista a narrar uma viagem feita à Vintas, ou seja, o extremo oposto de onde o personagem vive. Lá, Kvothe se depara com uma cultura bem diferente além de ser forçado a incluir-se num perigoso jogo político com um sistema de hierarquias confuso e traiçoeiro, em meio a isso, Kvothe tem de arranjar meios para se sustentar, ganhar favores de um possível aliado bastante poderoso enquanto se esquiva das tentativas da nobreza arrancar-lhe qualquer informação.

Kvothe ao decorrer do arco, tem de partir à uma perigosa missão de extermínio junto de um grupo de mercenários, sendo ele incapaz de lutar com espadas e impossibilitado de usar sua magia, prática vista com bastante desdém dentre os vintasianos. Durante sua estadia Kvothe aprimora ainda mais sua vasta gama de habilidades, acrescentado a ela: um novo idioma, luta com espadas, combate mano a mano, técnicas de rastreamento dentre outros.

As Diferenças Culturais

Não se pode dizer que O Temor do Sábio é, de alguma maneira, inferior a O Nome do Vento, mantendo sua narrativa cativante e bem detalhada, o autor consegue demonstrar a enorme diferença das culturas presentes em seu universo, narrando com clareza dois novos complexos idiomas: o adêmico e o ylliano, além de uma nova filosofia chamada Letani, sem perder, contudo, o apelo à cenas de ações exasperantes e tensões crescentes na obra.

Em dado momento, Kvothe chega à uma região nomeada de Ademre, famosa por ensinar a arte da luta à seus cidadãos desde de jovens, lá as expressões faciais são abandonadas, em vez disso existem gestos complicados para cada emoção ou sentimento que o orador deseje transparecer. Além disso, os ademirianos são movidos poe uma espécie de fé, uma filosofia de vida chamada Letani, com a qual é possível encarar qualquer situação e agir corretamente sobre ela.

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O outro idioma apresentado vem de Yll, consiste numa complexa regra de nós em cordas ou cabelos que possuem significado nos seus formatos, complexidade e sequência, sendo eles capazes de contar histórias, descrições e relatórios.

Em Vintas, Patrick introduz um sistema sutil de troca de anéis como uma forma de mensagem silenciosa aos correspondentes, por exemplo, um anel de prata significa que enxergam-se como iguais, um de ouro como um subalterno ao outro, um de osso como uma dívida profunda, de madeira como ódio profundo, de grama como versos de amor…dentre outros. É em meio à esse confuso sistema que Kvothe realiza com cautela uma das tramas mais importantes do livro, deixando a cada ação feita uma tensão no ar que simplesmente não é possível deixar de ler.

Conclusão

Patrick Rothfuss foi capaz de elaborar ainda mais seu universo fictício, deixando-o ainda mais rico em detalhes sem que isso comprometesse o rumo da história, sem que a mesma deixasse de ser extremamente intrigante e narrada com uma fluidez igualável somente à grandes Best-Sellers.

Tornou-se um dos meus livros de fantasia favoritos e aguardo ansiosamente pelo retorno da saga, mesmo que demore anos para lançar outro livro, tenho certeza de que sua qualidade será igual ou superior ao livro anterior, assim como foi a relação de O Nome do Vento para com O Temor do Sábio.

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Sem sombra de dúvidas, como disse antes, uma saga indispensável para qualquer um que ame obras literárias de fantasia.

Então é isso pessoas, obrigado e até a próxima madrugada!

Lembre-se de que há três coisas de que todo sábio teme: o mar na tormenta, uma noite sem luar e a ira de um homem gentil.”
Patrick Rothfuss- O Temor do Sábio